Com chamadas públicas, Bienal de Arquitetura convoca a sociedade a expor trabalhos e projetos coletivos de cidade

11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo, Em Projeto, apresenta agenda contínua com atividades a partir do mês de setembro

11a Bienal de Arquitetura

 

11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo, Em Projeto, apresenta agenda contínua com atividades a partir do mês de setembro. Frente aos desafios enfrentados pela metrópole contemporânea, o evento discute a utilidade pública da arquitetura para um projeto coletivo/colaborativo de cidade. Assim, as chamadas públicas já estão abertas no site da Bienalaqui neste link, para receber trabalhos e propostas dentro de escopo previamente definidos que, após passarem por avaliação da Curadoria da Bienal, poderão ser selecionados e participarem ativamente no contexto do evento.

Sobre as chamadas:

 

1. Imaginário da Cidade – até 27 de agosto

 

Com o objetivo de dar visibilidade ao conhecimento produzido cotidianamente, pelos mais diversos agentes, a Bienal convida grupos atuantes no território, do centro às bordas da cidade, que reconheçam realidades urbanas em diversas perspectivas e apresentem diferentes imaginários de cidade em formatos como registro audiovisual, fotográfico, cartográfico, performático etc.

 

2. Faculdades de Arquitetura e Estudos Urbanos – até 03 de setembro

 

Aqui, o destaque é o conhecimento. A chamada é direcionada a estudantes de arquitetura e disciplinas relacionadas aos estudos urbanos (design, ciências sociais, geografia, antropologia, sociologia, saúde pública, psicologia, serviço social, artes plásticas entre outros).

 

3. Utilidade Pública – até 03 de setembro

 

A chamada busca trabalhos desenvolvidos atualmente, que discutam a utilidade pública da arquitetura, propondo a ampliação das frentes de atuação do arquiteto e a utilização de novas ferramentas, com o objetivo de colaborar na transformação, adequação, edição e qualificação do espaço urbano frente aos desafios enfrentados pela metrópole contemporânea.

 

4. Arquitetura Urbana – até 15 de setembro

 

Bienal convoca o envio de propostas tendo como base o registro de projetos que provoquem reflexões sobre como seu desenho impacta o espaço da cidade. Trata-se de promover reflexões acerca de arquiteturas construídas desde o ano de 2000, a fim de pensar de que maneira impactaram, transformaram e/ou qualificaram o espaço urbano, seus usos e experiência cotidianos, na escala do edifício.

 

11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo 

Com destaque na programação, a 11ª Bienal de Arquitetura vai promover em setembro uma caminhada pelas bordas da cidade totalizando 120 km, com paradas em instituições, como unidades do Sesc-SP, inaugurando a programação cultural estendida do evento. De outubro a dezembro, a tradicional exposição, que terá formato reduzido, ocorrerá em um percurso caminhável que articula espaços culturais e espaços abertos no centro da cidade, com exposições e ativações contínuas. Esta proposta propõe repensar o lugar da Bienal de Arquitetura quanto a seu formato, espaço e tempo. Uma mostra itinerante percorrerá unidades do SESC nas bordas de São Paulo e se articulará a um programa de ações em outros espaços.

 

A expansão geográfica proposta incorpora uma série de práticas realizadas por grupos em toda a cidade, que discutem uma multiplicidade de formas de fazer, editar e transformar o espaço e a experiência urbana. Tais ações serão abrigadas tanto nos espaços da Bienal quanto naqueles propostos pelos participantes ou parceiros do evento. Com isso a Bienal cria oportunidades de aproximação do desenho com outros saberes, ampliando seu público e se afirmando como um processo.

 

Legado

 

A partir de sua organização, a Bienal de Arquitetura propõe construir um legado constituído por dois eixos principais. O primeiro deles é a compilação de referências de conhecimento amparadas na ação de distintos grupos e atores: trata-se de práticas que enfocam escutar, observar, transformar, editar, usar, ocupar e qualificar a cidade, entre outras, desdobrando o projeto em muitas frentes de ação. O segundo eixo é a construção efetiva de algumas obras que tenham utilidade social e pública, pensando-se como o investimento feito em uma Bienalpode retornar para a sociedade e para os grupos nela atuantes.

 

“A 11ª Bienal de Arquitetura mira uma série de ações realizadas por grupos atuantes, articulando-as em um projeto comum e colaborativo. Encarada como um processo, a Bienal se propõe a articular o conhecimento existente e sugerir caminhos para a atuação Em Projeto, a fim de deixar um legado para a cidade”, explica Marcos Rosa, diretor de Conteúdo da Bienal. “Tal hipótese reconhece o poder crítico da imaginação e desafia-o a projetar novos cenários. Para tanto, fazemos uma chamada para uma ação orientada para o desenho e projeto guiada por uma atitude crítica, lúdica, inclusiva e humana”, conclui.

 

 

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