Bienal de Arquitetura, em parceria com o British Council, traz Jane Hall, do Coletivo Assemble, a São Paulo

Nesta quarta-feira, dia 6 de dezembro, a Bienal de Arquitetura de São Paulo e o British Council realizarão, como parte da parceria para esta 11ª Edição, uma conversa com a arquiteta Jane Hall, do coletivo inglês Assemble.

11a Bienal de Arquitetura
11ª Bienal de Arquitetura

Nesta quarta-feira, dia 6 de dezembro, a Bienal de Arquitetura de São Paulo e o British Council realizarão, como parte da parceria para esta 11ª Edição, uma conversa com a arquiteta Jane Hall, do coletivo inglês Assemble.

O Assemble é um coletivo baseado em Londres que atua em todos os campos da arte, arquitetura e design. Trabalhando em conjunto desde 2010, o grupo atualmente é composto por 18 membros. A prática de trabalho do Assemble procura abordar a desconexão típica entre o público e o processo pelo qual os espaços são criados.

Jane Hall virá a São Paulo representando o Assemble, numa conversa aberta que acontecerá sob a marquise da Praça das Artes, no centro da cidade.O Assemble propõe uma prática que seja interdependente e colaborativa, buscando envolver ativamente o público como participante e colaborador na realização contínua do trabalho.

 

Atividades expositivas da parceria entre British Council e Bienal de Arquitetura

As exposições e atividades da 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo estão acontecendo pela cidade. Os trabalhos apresentados como resultado específico da parceria com o British Council estãoexpostos na Vila Itororó Canteiro Aberto esão os seguintes:

"Designing Politics, Designing Respect"(London, England; New York, USA; Rio de Janeiro, Brazil - 2016),do Theatrum Mundi. Apresenta trabalhos selecionados em chamadas abertas sobre três cidades globais, refletindo sobre a política cultural e o tema do respeito nas cidades. Os trabalhos apresentados incluem agentes como artistas, moradores, ativistas, ONGs, coletivos, arquitetos e designers e articulam um debate sobre design e direito à cidade. No centro desse debate, o trabalho discute iniciativas que dão visibilidade a situações em que o respeito é construído através de diferentes práticas. Alinhado com a 11ª Bienal, revela o trabalho de não-arquitetos na coprodução da cidade.

"Granby Four Streets" (Liverpool, England - 2011), do Assemble. Apresenta um processo participativo em Liverpool que transformou casas abandonadas em habitação a preços acessíveis. As ruas de Liverpool, conhecidas por sua diversidade racial e étnica, foram reapropriadas por um grupo de residentes locais que há 20 anos mantêm a área com o objetivo de devolvê-la à população. Em 2011, após a criação de um Fundo de Propriedade Coletiva, o Assemble trabalhou com os moradores para transformar casas abandonadas em habitação acessível através de sua reconstrução e da transformação de espaços públicos, gerando oportunidades para o empreendedorismo. Comemorando a arquitetura local e o patrimônio cultural, esse processo redefiniu o relacionamento das pessoas com quatro ruas de Liverpool e capacitou os moradores para mudar seu próprio bairro.

"OTOProjects" (London, England - 2013), também da Assemble, foi configurado como workshop e performance. A parceria entre o Assemble e o grupo musical OTO promoveu um processo participativo de construção-teste em um espaço temporário, em um lote vazio em Dalston, Londres. Experimentando novos materiais disponíveis no local, de fácil acesso e baixo custo, 60 voluntários realizaram o projeto coletivamente, levando a uma radical transformação do espaço e à viabilização de novos usos.

 

Sobre a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo

 

A Exposição da 11ª Bienal está inserida em uma rede de espaços da cidade, incluindo quatro locais oficiais e outros espaços parceiros. Cada um foi planejado no formato de um arquivo, incluindo material audiovisual, fotografia, arquivos e uma série de coleções mostradas na Biblioteca da Bienal. Os trabalhos selecionados revelam maneiras de representar, mapear, qualificar, construir, editar, usar e ocupar a cidade.

 

Como resultado, a Bienal apresenta um arquivo - inventário de formas contemporâneas de arquitetura - e uma rede articulada de ações que promovem resultados materiais e imateriais. Vivemos momentos de transformação. Neste contexto, a arquitetura busca outras formas de colaboração e coexistência, aproximando os meios de fazer e ser e ampliando seu campo de ação.

 

Para mais detalhes sobre os projetos e para ver o programa completo da 11ª Bienal, visite o site da Bienal (http://11bienaldearquitetura.org.br/).

 

Conversa com Jane Hall:

Dia 06 de dezembro, quarta feira, das 19 às 22h

Local: Praça das Artes, Av. São João 281, Centro, São Paulo

(o evento é público e gratuito e terá tradução simultânea inglês-português)

 

Exposição Utilidade Pública

Local: Vila Itororó Canteiro Aberto – Rua Pedroso 238, Bela Vista, São Paulo

Data: até 22 de dezembro

Horários: de terça a sábado, das 09 às 17h /quinta, das 09 às 20h

 

Exposição Devires do Brasil e Observatório da Bienal

Local: Praça das Artes – Av. São João 218, Centro, São Paulo

Data: até 22 de dezembro

Horários: de segunda a sábado, das 10 às 18h

 

Exposição Imaginário da Cidade

Local: Sesc Parque Dom Pedro II – Praça São Vito s/n, Centro, São Paulo

Data: até 28 de janeiro de 2018

Horários: de quarta a domingo, das 14 às 18h

 

Exposição Biblioteca da Bienal

Local: Biblioteca Mário de Andrade – Rua da Consolação 94, Centro, São Paulo

Data: até 15 de dezembro

Horários: de quarta a domingo, das 14 às 18h

 

Módulo Satélite da 11ª Bienal

Sesc Osasco

Até 03 de dezembro,quarta a domingo, das 14h às 18h

Sesc Itaquera

De 05 a 20 de dezembro, de quarta a domingo, das 13h às 17h

 

Mais informações para a imprensa

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